Cerca de 1.400 trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS) iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira, 18 de março de 2026.
A informação foi confirmada pela categoria, que afirma que a paralisação faz parte de um movimento nacional. O objetivo é pressionar o Governo Federal a cumprir integralmente o acordo de greve firmado em 2024, que ainda possui pontos pendentes.
Entre as reivindicações estão o reposicionamento de aposentadas e aposentados, a implementação da jornada de 30 horas semanais, a revisão das atribuições dos cargos, a equiparação dos reajustes para médicos veterinários e a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).
Os técnicos informaram que, apesar da greve, os serviços considerados essenciais continuarão em funcionamento, com um contingente mínimo de 30%, conforme previsto em lei. Isso inclui setores dos hospitais universitários, que manterão atendimento à população.
Na UFS, aproximadamente 1.400 TAEs fazem parte da categoria. Durante o período de greve, estão previstas atividades de mobilização e diálogo com a comunidade acadêmica. Uma das ações programadas ocorrerá na próxima segunda-feira, 23 de março, com a recepção de estudantes no início de mais um período letivo.
A Universidade Federal de Sergipe ainda não foi comunicada formalmente sobre a greve.


