Uma advogada criminalista e influenciadora digital foi presa preventivamente em São Paulo nesta terça-feira (26) durante operação que investiga lavagem de dinheiro relacionada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A defesa nega qualquer ligação com o crime organizado e afirma que os valores investigados são honorários advocatícios legais.
A prisão ocorreu no âmbito da Operação Vérnix, conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, que apura movimentações financeiras suspeitas ligadas à facção criminosa. A investigação começou após a apreensão de bilhetes e documentos em um presídio paulista, que indicaram possíveis operadores financeiros do grupo.
Em carta divulgada pela família, a advogada afirmou estar sendo perseguida e negou envolvimento com atividades criminosas. Ela declarou que o valor de R$ 24,5 mil, motivo da prisão, corresponde a honorários advocatícios recebidos legalmente e contestou informações sobre seu patrimônio e empresas em seu nome.
A defesa reforçou que a influenciadora nunca foi chamada para prestar esclarecimentos durante os anos de investigação e que não há condenação até o momento. O caso segue sob apuração da Justiça.

