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Cardiomiopatia hipertrófica causa morte de fisiculturista de 22 anos

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de maio de 2026 14:16
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Um fisiculturista de 22 anos morreu no sábado (23) em São Paulo por cardiomiopatia hipertrófica, doença que provoca espessamento do músculo cardíaco e pode causar morte súbita. O atleta havia revelado o uso de anabolizantes e insulina para ganho muscular.

A cardiomiopatia hipertrófica é caracterizada pelo espessamento do músculo do coração, principalmente no ventrículo esquerdo, o que dificulta a saída do sangue e pode provocar arritmias graves, insuficiência cardíaca e morte súbita. A doença pode ser genética ou adquirida, incluindo fatores como o uso de esteroides anabolizantes e esforço físico intenso.

O uso de anabolizantes eleva a pressão arterial e aumenta a carga de trabalho do coração, aumentando o risco da doença. O fisiculturista, que tinha cerca de 1,7 milhão de seguidores nas redes sociais, havia divulgado publicamente o uso dessas substâncias e de insulina para potencializar o ganho muscular.

Uma pesquisa com mais de 20 mil fisiculturistas indicou que 38% das mortes registradas foram por causas cardíacas súbitas, com risco cinco vezes maior entre profissionais. O corpo do atleta foi encontrado no apartamento onde morava, na Mooca, Zona Leste de São Paulo, e será cremado em cerimônia restrita a familiares.

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