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Cinco mergulhadores morrem em caverna subaquática nas Maldivas

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de maio de 2026 16:46
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Cinco mergulhadores italianos morreram neste mês em uma caverna subaquática no Atol de Vaavu, nas Maldivas, a cerca de 60 metros de profundidade. Um resgatista também perdeu a vida durante as buscas pelos corpos.

A caverna onde ocorreu o acidente tem aproximadamente 70 metros de profundidade e até 200 metros de extensão. Segundo Vladimir Tochilov, mergulhador que explorou o local em 2014, a estrutura apresenta escuridão quase total, exigindo iluminação artificial e procedimentos rigorosos de navegação.

O ambiente é complexo, com câmaras e passagens estreitas, e a visibilidade pode cair a quase zero se sedimentos forem perturbados. Tochilov explicou que a caverna não é típica das Maldivas, onde sistemas subaquáticos desse tipo são raros.

O mergulho em cavernas exige treinamento especializado, equipamentos adequados e preparo psicológico, pois não há possibilidade de ascensão direta à superfície em caso de emergência. As autoridades locais informaram que o grupo italiano tinha permissão para mergulhar até 30 metros, mas o acidente ocorreu em profundidade maior.

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Apesar dos riscos, a caverna abriga diversas espécies marinhas, como tubarões-de-recife, tubarões-lixa, arraias e nudibrânquios, segundo o mergulhador.

TAGGED:acidente-nas-maldivasatol-de-vaavucaverna-submersaequipamentos-especializadosexploracao-submarinamergulho-subaquaticosegurança-em-mergulhoVida marinha
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