Um comissário de bordo brasileiro denunciou ofensas racistas e homofóbicas feitas por um passageiro chileno durante voo entre São Paulo e Frankfurt, na sexta-feira (10). O agressor está preso preventivamente no Brasil.
O comissário afirmou que nunca havia sofrido insultos tão graves como os que recebeu durante o voo. As agressões começaram após o passageiro tentar forçar a abertura de uma porta do avião e discutir com outra comissária. O agressor chamou o funcionário de macaco, fez imitações de sons de animal e criticou sua orientação sexual.
O passageiro chileno está preso preventivamente desde que tentou retornar da Alemanha, segundo a Polícia Federal (PF). A PF informou que ele foi detido por injúria racial e homofóbica contra os tripulantes do voo. A defesa do agressor alegou que ele faz tratamento psiquiátrico e estava desorientado no momento dos ataques.
O comissário segue afastado desde o episódio e classificou as agressões como crimes que ferem a alma. O caso está sob investigação da Justiça Federal.


