A entrega de dados por fintechs e instituições financeiras permitiu a Receita Federal identificar a estrutura criminosa que relaciona sonegação na venda de combustíveis ao PCC, segundo informações oficiais nesta quinta-feira (28).
Dados fornecidos por fintechs e financeiras, que deveriam ter sido entregues anteriormente, foram adiados devido a uma fake news sobre tributação do Pix. A liberação dessas informações possibilitou aos investigadores compreender melhor o funcionamento do crime.
Com essas informações, a Receita Federal embasou a segunda fase da operação Carbono Oculto, denominada “Fluxo Oculto”, que mira a sonegação fiscal e a ligação com o crime organizado.

