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Ciência e Saúde

Especialista da USP explica impacto da tecnologia e IA na sexualidade

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 19:49
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Carla Cavalheiro Moura, pesquisadora da Universidade de São Paulo, explica que digissexualidade não é transtorno, mas termo que define experiências sexuais e afetivas mediadas por tecnologia e IA.

A digissexualidade, termo criado em 2017, descreve o impacto das tecnologias digitais, realidade virtual e inteligência artificial na sexualidade e nos relacionamentos, segundo Carla Cavalheiro Moura, professora do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo.

Ela explica que o conceito envolve duas ondas: a primeira relacionada à sexualidade mediada por tecnologia, como pornografia online e aplicativos, e a segunda marcada por experiências imersivas com realidade virtual, chatbots, IA e robôs humanoides. Muitas pessoas relatam vínculos afetivos e românticos com inteligências artificiais.

A pesquisadora relaciona o crescimento das relações digitais ao aumento da solidão e ao desgaste das relações presenciais, alertando que o excesso de interações digitais pode prejudicar habilidades sociais essenciais, como linguagem corporal e contato humano. Estudos indicam que jovens fazem menos sexo e preferem experiências digitais ou práticas individuais.

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Carla Cavalheiro destaca que a digissexualidade deve se tornar mais comum com o avanço da IA, mas defende que a sociedade mantenha uma visão crítica sobre os impactos da tecnologia na vida afetiva e sexual.

TAGGED:comportamento-sexualdependencia-tecnologicadigissexualidadeInteligência Artificialrealidade-virtualsexualidade-digitaltecnologia-e-saudeUniversidade de São Paulo
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