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Ciência e Saúde

Hormônio liberado no exercício protege neurônios na esclerose múltipla

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 05:17
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Pesquisadores do Mass General Brigham e da Universidade Medical Center Hamburg-Eppendorf identificaram que o hormônio irisina, liberado durante a atividade física, protege neurônios e reduz sintomas em modelo de esclerose múltipla.

O estudo, publicado na revista Nature Metabolism, mostrou que a irisina diminui tanto os sintomas clínicos quanto a perda de neurônios em camundongos com esclerose múltipla. A remoção do hormônio eliminou os efeitos benéficos do exercício.

A irisina protege neurônios da neurodegeneração causada pela inflamação, atuando em regiões como medula espinhal, hipocampo e retina. O hormônio também restaurou um programa genético neuroprotetor e reduziu a perda de sinapses.

Segundo os pesquisadores, não houve efeito direto da irisina na imunidade periférica, mas sim uma ação neuroprotetora direta. A equipe planeja aprofundar o estudo dos mecanismos do hormônio para futuras terapias, especialmente para a esclerose múltipla progressiva.

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TAGGED:doenças-neurológicasesclerose-multiplaExercício físicohormônio-irisinaneurodegeneracaoneuroproteçãoPesquisa científica
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