Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Hormônio liberado no exercício protege neurônios na esclerose múltipla
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Hormônio liberado no exercício protege neurônios na esclerose múltipla

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 05:17
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Pesquisadores do Mass General Brigham e da Universidade Medical Center Hamburg-Eppendorf identificaram que o hormônio irisina, liberado durante a atividade física, protege neurônios e reduz sintomas em modelo de esclerose múltipla.

O estudo, publicado na revista Nature Metabolism, mostrou que a irisina diminui tanto os sintomas clínicos quanto a perda de neurônios em camundongos com esclerose múltipla. A remoção do hormônio eliminou os efeitos benéficos do exercício.

A irisina protege neurônios da neurodegeneração causada pela inflamação, atuando em regiões como medula espinhal, hipocampo e retina. O hormônio também restaurou um programa genético neuroprotetor e reduziu a perda de sinapses.

Segundo os pesquisadores, não houve efeito direto da irisina na imunidade periférica, mas sim uma ação neuroprotetora direta. A equipe planeja aprofundar o estudo dos mecanismos do hormônio para futuras terapias, especialmente para a esclerose múltipla progressiva.

TAGGED:doenças-neurológicasesclerose-multiplaExercício físicohormônio-irisinaneurodegeneracaoneuroproteçãoPesquisa científica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Coreia do Sul aciona alerta máximo de calor extremo
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?