Uma influenciadora digital negou lavar dinheiro para líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) ao ser questionada durante investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo. Ela afirmou que sua fortuna vem do trabalho desde os 12 anos.
A influenciadora foi presa em operação que apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, que usava uma transportadora de cargas como empresa de fachada para movimentar recursos da facção. A Justiça bloqueou R$ 27 milhões em contas e determinou o sequestro de bens, incluindo carros de luxo.
Relatório policial classifica a influenciadora como integrante do PCC e peça importante no esquema. Segundo o promotor responsável, ela teria aberto 35 empresas no mesmo endereço para ocultar patrimônio e dificultar o rastreamento das autoridades.
A defesa nega irregularidades e afirma que a prisão foi desproporcional, confiando na Justiça. Em entrevista de 2022, a influenciadora afirmou que seu patrimônio vem da advocacia e do trabalho desde os 12 anos, destacando que sempre trabalhou muito para construir sua fortuna.

