Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: IRAs em ouro geram até 33% de imposto e taxas ocultas reduzem ganhos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

IRAs em ouro geram até 33% de imposto e taxas ocultas reduzem ganhos

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 12:33
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Investir em IRAs de ouro pode acarretar até 33% de impostos sobre ganhos e taxas ocultas de custódia e armazenamento, alertam especialistas. A tributação é maior que a aplicada a ações, e distribuições são tributadas como renda ordinária.

O ouro mantido em IRAs autogeridos é classificado pelo IRS como colecionável, sujeito a uma alíquota federal máxima de 28% sobre ganhos, superior aos 15% ou 20% aplicados a ações e fundos. Com impostos estaduais, a carga tributária pode alcançar 33%.

Além disso, distribuições de IRAs tradicionais em ouro são tributadas como renda ordinária, podendo atingir alíquotas marginais de até 32% a 37%, dependendo da faixa de renda do contribuinte. Custos adicionais incluem taxas anuais de armazenamento, custódia e cobranças na saída do investimento, chamadas de “meltdown fees”.

Especialistas recomendam comparar IRAs de ouro físico com ETFs de ouro em IRAs tradicionais, que apresentam menor custo e maior eficiência tributária. O ouro deve compor apenas 5% a 10% da carteira como diversificador, não como resposta a crises econômicas.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:aposentadoriadiversificacaoFinanças pessoaisimpostosinvestimentos-em-ouroiraisMercado Financeirotaxas-ocultas
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior ETF SPHD mantém pagamento mensal de renda desde 2012, mas distribuições podem variar
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?