O juiz Gregory Carro, em Nova York, excluiu provas da mochila apreendidas em busca inicial, mas autorizou o uso da arma e do diário encontrados em busca posterior no julgamento de Luigi Mangione por assassinato.
Luigi Mangione, acusado de homicídio em segundo grau pela morte do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, terá julgamento com provas essenciais mantidas, segundo decisão do juiz Gregory Carro na segunda-feira (18). A exclusão de itens da busca inicial no McDonald’s na Pensilvânia não afetou a admissão da arma 9mm impressa em 3D e do diário com anotações que indicam motivação para o crime.
Especialistas jurídicos afirmam que a arma e o diário são provas cruciais que fortalecem a acusação. A defesa poderá ter dificuldades para contestar essas evidências, o que pode limitar as estratégias, como a possibilidade de defesa psiquiátrica, considerada improvável por especialistas.
Outros itens, como celular, passaporte e carregador municiado, foram excluídos das provas admitidas, mas o Ministério Público pode usar outras evidências eletrônicas obtidas por meios legais. Além disso, declarações feitas por Mangione à polícia, exceto algumas durante a prisão, foram autorizadas para uso no julgamento.


