O mini-índice (WINM26) fechou em queda de 0,53%, aos 176.875 pontos, no dia 27 de maio, pressionado pela cautela nas negociações entre EUA e Irã e pelo IPCA-15 acima do esperado no Brasil.
O mercado financeiro brasileiro manteve-se defensivo com o mini-índice registrando o segundo pregão consecutivo de baixa. Apesar de avanços nas conversas internacionais, o cenário ainda indefinido limitou o apetite por risco. No exterior, Wall Street teve leves altas, enquanto o petróleo caiu fortemente com expectativas de reabertura do Estreito de Ormuz.
No Brasil, o índice de preços ao consumidor amplo (IPCA-15) acima do esperado reforçou preocupações com inflação e juros elevados. A Petrobras pressionou o índice, enquanto a Vale e os bancos ajudaram a conter perdas maiores.
Segundo análise técnica, o mini-índice segue em tendência de baixa no curto prazo, negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O índice precisa perder a faixa de suporte entre 176.765 e 176.310 pontos para acelerar as vendas, com alvos em níveis inferiores. O índice de força relativa (IFR) próximo da sobrevenda pode favorecer repiques técnicos, mas o cenário permanece pressionado enquanto o índice não superar as resistências indicadas.


