O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) atendeu 12 mil pessoas em mutirão de saúde, justiça e cidadania na Ilha do Marajó, Pará, informou o ministro Edson Fachin neste sábado (23).
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Edson Fachin, participou do último dia do programa Justiça Itinerante Cooperativa na Amazônia Legal, que ocorreu em Breves, Portel e Melgaço. O mutirão reuniu cerca de 50 instituições e ofereceu atendimentos em ginásios, escolas e unidades básicas fluviais durante cinco dias.
Fachin ressaltou a importância de escutar as comunidades locais. “Perguntar o que as pessoas precisam, o que as pessoas desejam. E não chegamos aqui, nem devemos chegar, com receitas prontas. Como em qualquer lugar, devemos pedir licença para entrar na casa das pessoas e escutar. Assim foi feito”, afirmou.
O ministro visitou uma Unidade de Custódia e Reinserção em Breves, onde foram inauguradas uma fábrica de artefatos de concreto e uma biblioteca. Ele destacou que a iniciativa contribui para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade, promovendo empregabilidade e respeito.
Moradores de Melgaço, município com o menor Índice de Desenvolvimento Humano do país, foram transportados gratuitamente até Portel para receber atendimento. A região enfrenta dificuldades de acesso a serviços especializados, com longas viagens de barco até a capital Belém.


