A região noroeste de São Paulo, com destaque para Catanduva, concentra 71% da produção nacional de limão e registrou crescimento de 21% nas exportações no primeiro semestre de 2025.
Segundo a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, a safra 2024/2025 na região de Catanduva teve aumento de 0,73% no volume produzido e expansão de 20% na área de plantio. Produtores investem em qualidade para atender ao exigente mercado europeu.
Em Ibirá, o citricultor colhe em média 190 caixas de limão Tahiti por dia, priorizando a qualidade apesar dos custos elevados. Em Urupês, uma empresa exporta cerca de 300 toneladas mensais para países como Holanda e Inglaterra.
Itajobi, conhecida como a “capital mundial do limão”, enfrenta desafios com excesso de chuva, mas mantém expectativa positiva com a demanda do verão europeu. No exterior, o limão brasileiro é vendido por cerca de 6 euros (R$ 35) a cada 4,5 kg, e consumidores europeus preferem o produto nacional ao siciliano.


