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Prefeitura articula rede para proteger mulheres e acelerar atendimento a vítimas de violência doméstica

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de maio de 2026 14:16
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A Prefeitura de Goiânia reuniu órgãos públicos e entidades nesta segunda-feira (25) para estruturar a Rede de Proteção e Enfrentamento à Violência contra a Mulher, visando acelerar o atendimento e ampliar a proteção às vítimas de violência doméstica.

A rede integrada envolve segurança pública, assistência social, saúde, Ministério Público e organizações da sociedade civil, com o objetivo de definir fluxos de atendimento e fortalecer ações preventivas, segundo a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos, Eerizânia de Freitas.

O prefeito Sandro Mabel destacou que a Guarda Civil Metropolitana acompanha cerca de 1,7 mil mulheres com medidas protetivas em Goiânia, sendo aproximadamente 890 com botão do pânico. Ele também anunciou a preparação da quarta licitação para a obra da Casa da Mulher Brasileira, com regras mais rígidas para evitar novos atrasos.

A promotora Emeliana Rezende afirmou que a formalização da rede cria fluxos claros de atendimento e facilita o acesso aos serviços. A juíza Ana Lídia Cândido ressaltou que a violência atinge todas as classes sociais, com subnotificação na classe média alta. A delegada Ana Elisa Gomes Martins informou que a delegacia registra cerca de 30 atendimentos diários e que cerca de 30 mil mulheres são acompanhadas por medidas protetivas e mecanismos de segurança no estado.

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TAGGED:assistência socialdireitos das mulheresGoiâniamedidas protetivasrede de proteçãoSegurança PúblicaViolência contra a mulherviolência doméstica
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