A promotora Begoña García Boró considerou nesta quinta-feira (28) prescrito um dos crimes atribuídos ao irmão do presidente do governo espanhol no julgamento sobre irregularidades na nomeação para cargo na Diputación de Badajoz.
O irmão do presidente enfrenta pena de três anos de prisão por tráfico de influência, prevaricação administrativa e aceitação de nomeação ilegal. A promotora pediu a retirada da acusação referente à aceitação de nomeação ilegal, alinhando-se à defesa do acusado.
Além dele, outras 10 pessoas, incluindo o ex-líder do PSOE extremeño, estão no banco dos réus. O julgamento ocorre na cidade de Badajoz e trata das supostas irregularidades na adjudicação do cargo público.

