O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA) divulgou manifesto que classifica o sionismo como movimento racista e de extrema-direita, acusações contestadas em resposta que destaca a diversidade política do sionismo e a ausência de práticas racistas em Israel.
O SIMPA afirmou em manifesto que o sionismo é uma corrente política-ideológica racista e de extrema-direita, sem apresentar evidências. A resposta ressalta que o sionismo reivindica o direito do povo judeu a uma pátria histórica e que teve origem em movimentos de esquerda judaica, incluindo grupos como Chovevei Tzion e Mapai.
O texto contesta a acusação de racismo, afirmando que Israel não distingue entre judeus, cristãos, muçulmanos ou ateus em suas leis e destaca que o país resgatou negros africanos da escravidão. Também nega a existência de genocídio palestino, citando medidas israelenses para proteger civis e fornecer ajuda humanitária.
Quanto à acusação de apartheid, a resposta afirma que essa prática ocorre na Palestina, onde judeus são proibidos de residir, enquanto em Israel árabes ocupam cargos públicos e participam da sociedade em diversas áreas. O manifesto do SIMPA é criticado por conter meias verdades e mentiras, o que desqualifica o documento.


