A terapia com luz vermelha, que promete curar feridas, aliviar dores e reduzir rugas, não possui evidências científicas sólidas que comprovem sua eficácia, segundo análise recente.
A terapia com luz vermelha tem ganhado popularidade renovada, especialmente em redes sociais como TikTok e Instagram, onde vídeos mostram pessoas aplicando luz vermelha no rosto.
Apesar da popularidade, não há ensaios clínicos confiáveis que confirmem os benefícios atribuídos ao método, que é discutido desde os anos 1990.
Especialistas alertam que a falta de evidências impede afirmar que a exposição à luz vermelha promove cicatrização, alívio da dor ou melhora estética, como redução de rugas.


