Uma viúva de 60 anos, que perdeu a pensão do marido e parte da Seguridade Social, precisa substituir uma renda mensal de US$ 1.800. Com uma carteira de US$ 400 mil, uma estratégia de rendimento médio de 5,4% ao ano pode fechar a lacuna, combinando fundos de dividendos e renda de opções.
O rendimento necessário de US$ 21,6 mil anuais exige um equilíbrio entre segurança e risco. Fundos de dividendos conservadores rendem de 3% a 4% (US$ 14 mil/ano), insuficientes. Já estratégias moderadas, com ETFs de opções e baixa volatilidade, atingem 5% a 7%, enquanto produtos agressivos (8% a 14%) oferecem risco de erosão do principal.
Um exemplo de alocação moderada: US$ 200 mil no ETF SCHD (dividendos, ~3,4% ao ano), US$ 100 mil no JEPI (opções, ~8%), US$ 100 mil no SPHD (alta dividendo e baixa volatilidade, ~4,7%) e US$ 100 mil no SPYI (opções, ~11%). Essa combinação gera aproximadamente US$ 27,1 mil por ano, superando a meta. Uma versão mais conservadora (sem SPYI) renderia US$ 19,5 mil.
Para efeito de comparação, uma carteira exclusivamente de títulos do Tesouro americano renderia apenas US$ 18 mil anuais. A estratégia também envolve trade-offs: fundos de crescimento de dividendos (como SCHD) podem gerar mais renda no longo prazo, enquanto fundos de opções têm distribuições mais estáveis, mas com potencial de valorização limitado.


