A atriz Amanda Seyfried, de 40 anos, relatou ter enfrentado ataques online e ter precisado de seguranças após comentar sobre o ativista conservador Charlie Kirk. O comentário ocorreu após a morte do ativista, que foi assassinado no ano passado durante um evento universitário.
Em conversa com veículos de comunicação, Seyfried explicou que sentiu o “ódio e impulso desproporcionais de atacar e destruir” gerados pela sua opinião. A atriz afirmou que possui o direito de expressar seus sentimentos, desde que isso não seja maldoso. Ela descreveu o momento em que se viu com um guarda-costas no aeroporto, classificando a situação como “loucura”.
A atriz rebateu acusações de que sua posição justificava o assassinato de Kirk. Seyfried declarou que é possível se indignar com a misoginia e a retórica racista, mas ao mesmo tempo considerar o assassinato “absolutamente perturbador e deplorável em todos os sentidos imagináveis”.
Seyfried acrescentou que deseja que seus filhos possam se sentir seguros ao expressar suas opiniões, desde que não causem prejuízo a terceiros.

