Um autor critica livros de autoajuda, afirmando que o gênero engana ao sugerir ajuda externa para questões que devem ser resolvidas internamente. Segundo o texto, esses livros não promovem melhorias, mas sim mantêm o leitor no mesmo estado ou o pior.
O autor aponta dois motivos pelos quais os livros de autoajuda são enganosos. O primeiro é que o termo “auto” é falso, pois se a ajuda for genuína, o indivíduo não necessita de auxílio externo de um livro.
O segundo ponto levantado é que tais obras não auxiliam o leitor a melhorar. Pelo contrário, elas servem para manter o estado de mal-estar, ou até agravá-lo. Por essa razão, o autor prefere investir em uma novela, especialmente se for classificada como clássica, e manifesta prazer em obras que causem sofrimento.

