O primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, renovou seu mandato após vencer as eleições, segundo os primeiros sondeos. A votação ocorreu em um contexto de deterioração nas relações entre Armênia e Rússia e de campanha marcada por denúncias de interferências políticas.
A eleição, realizada na ex-república russa de 2,9 milhões de habitantes, teve atenção de Moscou e Bruxelas. Os resultados iniciais indicam a permanência de Pashinyan no cargo.
A campanha foi marcada por alegações de interferências políticas, além de investigações judiciais e detenções no país. A tensão com a Rússia foi um fator relevante no período pré-eleitoral.

