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Leitura: Caso de advogada morta em BH completa quatro anos sem desfecho
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Justiça

Caso de advogada morta em BH completa quatro anos sem desfecho

Carla Fernandes
Última atualização: 8 de junho de 2026 17:38
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O caso da advogada Carolina França Magalhães, que morreu ao cair do oitavo andar de um prédio em Belo Horizonte, completa quatro anos sem desfecho judicial. O acusado, Raul Rodrigues Costa Lages, responderá por feminicídio, mas a data do julgamento ainda não foi marcada.

A vítima, que tinha 40 anos, faleceu em 8 de junho de 2022. Inicialmente, a morte foi tratada como suicídio. Contudo, após novas diligências e contradições apontadas pela família, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais em novembro de 2024, tornando o namorado da advogada, Raul Rodrigues Costa Lages, réu por homicídio triplamente qualificado.

Em outubro de 2025, a juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza considerou as provas suficientes para admitir o crime por motivo torpe, contra mulher e mediante recurso que dificultou a defesa da advogada. Naquela ocasião, a magistrada determinou que a acusação fosse submetida ao Tribunal Popular do Júri, concedendo ao réu o direito de recorrer em liberdade.

Atualmente, a ação está em grau de recurso na 2ª instância do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Segundo o Fórum Lafayette, o processo só será redistribuído para um Tribunal do Júri da Capital após a avaliação da Corte sobre a sentença de pronúncia. A família da vítima afirmou que segue cobrando justiça, dizendo que o feminicídio não é um caso isolado.

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TAGGED:Belo HorizonteFeminicídiohomicídioJustiçaMinas Geraisprocesso judicial
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