A Seleção Brasileira venceu o Japão em partida eliminatória de Copa do Mundo, e colunistas analisaram o resultado, destacando a capacidade da equipe de reverter desvantagem. As mudanças táticas feitas por Carlo Ancelotti no intervalo e a pressão constante no segundo tempo foram apontadas como determinantes para a classificação.
Gustavo Poli afirmou que o Brasil ‘virou como time grande’ após o intervalo, imprensando o Japão no segundo tempo inteiro. Segundo o colunista, a equipe superou a marcação japonesa pela pressão constante, pois o Japão não conseguiu finalizar em direção ao gol brasileiro.
Ancelotti alterou a estrutura inicial, montando um 4-3-3 mais tradicional, abrindo Vinicius Junior e Rayan, e pedindo maior participação ofensiva aos laterais. Marcelo Barreto comentou sobre o gol decisivo, descrito como ‘improvável’, pois Gabriel Martinelli, em função diferente, aproveitou uma jogada que parecia falhar.
Carlos Eduardo Mansur avaliou que o domínio construído após o intervalo foi crucial para a vitória. Ele observou que a insistência no jogo aéreo não foi desespero, mas sim uma forma de adiantar a linha defensiva e aumentar a amplitude do ataque. Mansur declarou que ‘a vitória foi merecida’.

