Advogados de um homem de 28 anos desistiram de apresentar defesa baseada em questões psiquiátricas no julgamento estadual por homicídio. O réu responde pela morte de um diretor-presidente de empresa ocorrida no fim de 2024 em Manhattan, nos EUA.
A mudança de estratégia ocorreu antes do prazo estabelecido para a entrega de informações ao gabinete do promotor distrital de Manhattan. Inicialmente, a defesa pretendia sustentar que o acusado sofria de “extrema perturbação emocional no momento dos fatos”.
Especialistas jurídicos afirmaram que manter a alegação psiquiátrica poderia configurar uma admissão de que o homem cometeu o homicídio, embora com alegação de circunstâncias atenuantes. Essa abordagem difere da alegação de inimputabilidade, que busca absolvição ou internação psiquiátrica.
O executivo foi morto em 4 de dezembro de 2024, após ser atingido por tiros nas costas disparados por um homem mascarado. O réu, que se declarou inocente nos processos estadual e federal, tem audiência marcada para 11 de agosto, com o julgamento previsto para 8 de setembro.

