A defesa de Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno, declarou nesta quinta-feira, dia 18 de junho de 2026, que as diligências da Polícia Federal na 9ª fase da Operação Compliance Zero são desnecessárias. O empresário, investigado sobre relação ilícita envolvendo o Banco Master e um senador, afirma estar à disposição das autoridades há seis meses.
A manifestação, assinada pelos advogados Pedro Ivo Velloso, Eduardo Toledo e Sebastián Mello, declarou que as medidas cautelares autorizadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, contribuirão para provar que os fatos apurados são lícitos. A defesa afirmou que Lima sempre atuou com transparência e observância das normas do sistema financeiro.
A Operação Compliance Zero apura fraudes no Banco Master, caso que teve início em novembro de 2025. O caso tramita no STF desde dezembro de 2025, sob relatoria do ministro Dias Toffoli, que passou a ser assumida por Mendonça. A 9ª fase, ocorrida em 18 de junho, teve como alvo o senador Jaques Wagner, com medidas cautelares que o proibiram de atuar com empresas ligadas ao caso.

