A defesa de um homem de 28 anos retirou a tese de condições psiquiátricas do julgamento pela morte do CEO da UnitedHealthcare. A mudança ocorreu nesta quinta-feira (18), um dia após a intenção de alegar sofrimento emocional intenso no momento do crime, ocorrido em dezembro de 2024.
A equipe jurídica informou à Justiça que não utilizará mais argumentos baseados em quadros psiquiátricos. Com essa decisão, a defesa deixa de apresentar documentos e evidências que sustentavam a alegação de perturbação emocional extrema. O prazo para o envio desse material ao Ministério Público encerrava-se nesta quinta-feira.
No mesmo dia, foi divulgada a transcrição de uma audiência realizada sob sigilo, conforme determinação do magistrado responsável pelo caso, Gregory Carro. Nem a defesa nem os promotores de Manhattan comentaram a alteração na estratégia processual.

