Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Divergências no STF Questionam Interpretação de Votos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Divergências no STF Questionam Interpretação de Votos

Carla Fernandes
Última atualização: 18 de junho de 2026 05:55
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm gerado debates sobre a subjetividade em suas decisões, o que leva a votos frequentemente desalinhados com a jurisprudência da Corte. As divergências se acentuam em temas delicados, como o caso Master, conforme relatos recentes.

O debate interno entre magistrados se manifestou recentemente entre os ministros Dias Toffoli e André Mendonça. Toffoli acusou Mendonça de inserir em seu relatório palavras que ele não proferiu, enquanto Mendonça alegou estar apenas interpretando o voto. O impasse foi resumido por Toffoli com a frase: “Vossa Excelência interpreta meu voto, e eu interpreto o seu”.

Em outra instância, na Segunda Turma, o ministro Gilmar Mendes sugeriu que André Mendonça suspendesse o sigilo de parte do processo referente ao pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Gilmar Mendes votou pela prisão domiciliar, criticando a prisão preventiva como método para forçar delação premiada, e fez paralelos com a Operação Lava-Jato.

Mendonça, por sua vez, manifestou-se contra a homologação de delações “seletivas” de Vorcaro. Gilmar Mendes contestou, lembrando que apenas a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República detêm poder para decidir sobre delações. Mendonça afirmou que, com sua relatoria, não ocorrerá o mesmo que aconteceu em casos anteriores, alegando que há tentativas de plantar vícios no processo.

TAGGED:divergenciajurisprudenciaMasterprisão preventivaprocesso judicialSTF
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Homem é preso por golpe de investimento de mais de R$ 1,1 milhão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?