A Polícia Federal apura que o dono do Banco Master manteve um “caixa paralelo” com gastos de cerca de R$ 114,6 milhões entre março e agosto de 2025. A investigação aponta que os valores foram usados na compra de obras de arte, imóveis e despesas com aviões particulares.
O relatório da PF detalha que o banqueiro recebeu planilhas com a descrição dos gastos de um cunhado e de outra pessoa. Ambos são apontados pela corporação como operadores financeiros do suposto esquema encabeçado pelo proprietário do banco.
A investigação da PF trabalha com a hipótese de que a aquisição de obras de arte constitui um método para lavagem de dinheiro. Além disso, as despesas com jatos particulares seriam referentes a empréstimos de aeronaves concedidos a autoridades políticas em troca de favores.

