Um aposentado de 67 anos com US$ 1,4 milhão em um plano 401(k) e US$ 200.000 em conta de corretagem deve gerenciar suas retiradas para evitar aumentos fiscais. A estratégia sugere uma retirada de US$ 43.000 do 401(k) para manter a renda tributável no teto de 12% do ano fiscal de 2026.
Para o ano fiscal de 2026, o limite de 12% para declarantes solteiros cobre renda tributável de até US$ 50.400. Qualquer valor acima desse teto acarreta alíquotas maiores, como 22%, e pode gerar encargos adicionais, como o IRMAA, e tributação extra do Seguro Social. A dedução padrão do aposentado, somada a benefícios por idade, reduz a base tributável em cerca de US$ 24.100.
A estratégia envolve planejar a renda do Seguro Social, que pode tornar até 85% do benefício de US$ 25.000 tributável. Ao somar essa parcela tributável com a retirada de US$ 43.000 do 401(k), a renda tributável fica em cerca de US$ 64.250, resultando em imposto federal de aproximadamente US$ 4.600. Os US$ 23.000 restantes de gastos são cobertos pela conta de corretagem, onde ganhos de longo prazo são isentos de imposto federal neste nível de renda.
Se o aposentado retirasse os US$ 66.000 integralmente do 401(k), a renda tributável subiria para cerca de US$ 63.150, ultrapassando o limite em US$ 12.750. Isso faria o imposto federal saltar para cerca de US$ 8.600. A diferença anual de imposto é de aproximadamente US$ 4.000, o que representa uma economia potencial de US$ 80.000 a US$ 95.000 em 20 anos de aposentadoria.


