Estudantes encontraram estruturas de uma domus romana do período médio-imperial, datada do século II d.C., sob as dependências do Liceo Cavour, em Roma. A descoberta, feita durante uma ocupação escolar, revelou ambientes com pinturas e objetos raros, indicando bom estado de conservação na região central da cidade.
Após a comunicação aos órgãos municipais, o local foi alvo de intervenção para esvaziar áreas aterradas. O projeto visa expor as decorações ocultas e adequar sistemas tecnológicos ao sítio arqueológico. Durante as escavações, foi encontrada uma fístula de chumbo com o nome dos proprietários, pertencentes à gens Umbrius.
A presença da família reforça a relevância da área, que foi habitada por figuras proeminentes da Roma Antiga, como Cícero, Pompeu e Otaviano. O cronograma estabelece o início dos trabalhos em setembro de 2025, com previsão de conclusão para 2026.
A iniciativa busca transformar o espaço em um ponto de divulgação cultural, tanto digital quanto física, preservando o patrimônio histórico da capital italiana.


