O Departamento de Estado dos EUA classificou protestos na Bolívia como uma ameaça à ordem constitucional do país. Um comunicado conjunto de 15 nações defende a estabilidade democrática boliviana.
Outras 14 nações assinaram o documento em defesa da estabilidade democrática boliviana, incluindo Argentina, Canadá, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai e Peru.
Bloqueios em estradas afetam o abastecimento de produtos básicos, levando o governo a declarar estado de emergência após 50 dias de protestos.
A nota destaca que uma minoria violenta busca ignorar a vontade expressa pela maioria dos bolivianos nas urnas. Manifestantes rejeitam o diálogo com o governo.

