Um físico da Universidade de St Andrews criticou a tecnologia por trás do chip de computação quântica da Microsoft, chamado Majorana 1.
A crítica, publicada na revista Nature, questiona a tecnologia que a Microsoft anunciou como um avanço significativo em fevereiro de 2025.
O físico Henry Legg reanalisou os dados da empresa e argumentou que os pesquisadores da Microsoft não chegaram às conclusões anunciadas.

