Os crimes financeiros deixaram de ser assaltos físicos em agências bancárias para se tornarem ataques digitais sofisticados. Criminosos subtraem valores de contas remotamente, utilizando telefone e redes sociais, em meio à transformação do setor financeiro.
A mudança no modelo de negócios bancário, impulsionada pela migração para o ambiente online, resultou em uma redução da rede comercial e em menores custos operacionais. Contudo, essa transformação expôs as instituições a um novo tipo de ameaça: hackers e cibercriminosos.
Neste novo cenário digital, fraudes, estelionatos e suplantações de identidade são contados por centenas. Esse aumento de vulnerabilidades abre um caminho judicial e de desconfiança para as entidades financeiras, um aspecto pouco explorado até recentemente pela imprensa.

