A gestão de Ricardo Couto no Rio de Janeiro gera um choque de gestão percebido como apolítico. A administração ocorre em um contexto histórico marcado por crises fiscais, escândalos políticos e descrença popular na capacidade do Estado.
O Rio de Janeiro viveu nas últimas décadas um período de instabilidade, caracterizado por crises fiscais, sucessivos escândalos políticos e estruturas administrativas grandes. Essa situação gerou uma população cada vez mais descrente na entrega de resultados pelo poder público.
A passagem de Ricardo Couto pelo Palácio Guanabara tem provocado um choque de gestão. Muitos classificam essa mudança como surpreendentemente apolítica, em contraste com o histórico de disputas de poder na cidade.

