Gianni Infantino, presidente da Fifa, criou um prêmio da paz para Donald Trump e explorou negócios como criptomoeda e licenciamento de hotéis, em uma estratégia de alinhamento com o presidente americano que tem transformado a entidade, segundo a imprensa internacional.
A Fifa, que já enfrentou escândalos de corrupção, passou a operar cada vez mais na órbita de Trump. Infantino mudou a sede operacional para Miami e participou de eventos em Mar-a-Lago. A aproximação rendeu dividendos, como uma visita à procuradora-geral dos EUA para tratar dos casos da Fifa.
Críticos apontam que a entidade está substituindo a corrupção antiga por problemas éticos de outra natureza. A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, Canadá e México, será um teste para a relação. Segundo a imprensa, dirigentes temem que a neutralidade política da Fifa seja violada.
Infantino afirmou que é “absolutamente crucial” ter uma relação próxima com o presidente para o sucesso do torneio. Denúncias formais sobre a conduta do presidente da Fifa foram apresentadas ao comitê de ética.

