Um influenciador de viagens da província de Che-nan, China, descobriu que seu cão de estimação foi roubado enquanto ele estava na Grúzia. O animal foi levado por indivíduos e, posteriormente, vendido a um restaurante e morto, conforme apurou a imprensa.
O cão, que se tornou celebridade na internet por acompanhar o dono em expedições a áreas remotas, desapareceu do terreno familiar em 11 de maio. Registros de câmeras de segurança mostraram dois indivíduos transportando o animal em uma motoneta, segundo um servidor de notícias.
O influenciador retornou ao país e localizou o homem suspeito, oferecendo uma recompensa de 10.000 jüan (cerca de 32 mil corunas) pelo retorno do animal. O suspeito alegou que pensou que o cão era vira-lata, mas o influenciador contestou, pois o animal possuía coleira e rastreador.
A descoberta mais grave ocorreu quando o influenciador soube que o cão foi vendido a um restaurante por apenas 180 jüan (menos de 600 corunas) e depois morto. O suspeito declarou que não se importava com o ato, afirmando: “Pes je mrtvý, tak z toho nedělejte takový rozruch. Neporušil jsem zákon.”
O caso levanta questões sobre a legislação chinesa, que exige que o valor do bem roubado atinja 2.000 jüan (cerca de 6.200 corunas) para configurar crime. A ausência de lei específica de proteção animal no país coloca os pets legalmente como propriedade, apesar da indignação gerada por hashtags como “justiceforchutou” na internet.

