A infraestrutura cripto, baseada em blockchain, promete transformar o sistema financeiro ao permitir transações quase instantâneas e reduzir custos globais. Segundo Rodrigo Batista, CEO da Digitra, a tecnologia elimina a fragmentação dos mercados tradicionais, que operam em silos.
Batista explica que o modelo financeiro atual exige múltiplas etapas para operações internacionais, gerando tempo e custos. Em uma transferência entre Brasil e Austrália, por exemplo, os recursos passam por diversas instituições financeiras, o que pode levar 48 horas ou mais.
O executivo compara o impacto do Bitcoin ao da internet, definindo a nova arquitetura como a “internet do dinheiro”. Ele afirma que essa estrutura permite a transferência direta de ativos financeiros entre partes, sendo que o Bitcoin lançou as bases para tecnologias como Ethereum e Solana.
O especialista descreve a infraestrutura cripto como uma rede de trilhos invisíveis, onde as criptomoedas são os ativos transportados. Para Batista, o valor principal reside nessa camada que conecta mercados, reduz barreiras e torna a circulação de recursos mais eficiente.


