Os contratos de mini-índice (WINQ26) com vencimento em agosto fecharam a última sessão (24/06) em queda de 0,33%, aos 174.250 pontos, interrompendo uma sequência de duas altas consecutivas. O movimento ocorreu em meio à cautela no exterior e à pressão de ações de Petrobras, Vale e bancos no Ibovespa.
No gráfico de 15 minutos, o índice ainda se mantém acima das médias de 9 e 21 períodos, o que preserva o viés de recuperação no curto prazo. Para retomar a alta, é preciso superar a resistência em 174.415/174.940 pontos. Acima disso, o ativo pode buscar 175.330/175.855 e, depois, 176.220/176.670 pontos.
Por outro lado, a perda do suporte em 173.960/173.410 pontos pode abrir espaço para quedas até 172.620/172.210 pontos. Abaixo desse nível, os alvos seguintes são 171.400/170.730 pontos.
No gráfico diário, a estrutura ainda é de baixa, mas o índice melhorou recentemente e negocia entre as médias de 9 e 21 períodos. O IFR (14) está em 41,72 pontos, em região neutra, indicando redução da pressão vendedora. Para fortalecer a recuperação, o índice precisa superar 175.330 pontos, mirando 177.920/179.820 pontos. Caso perca os suportes em 172.210/170.210/168.430, os próximos alvos são 164.880/161.960 pontos.

