A transformação digital das cidades aumenta a dependência de conectividade em serviços usados durante o deslocamento urbano. Pagamentos por aproximação, aplicativos de navegação e autenticações digitais dependem da rede fora dos ambientes fixos. Esse movimento coloca a conectividade como fator central na experiência urbana.
A integração da transformação digital ao desenvolvimento urbano é um foco de políticas públicas, como a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Empresas de tecnologia acompanham essa demanda por modelos que unam conectividade móvel a ecossistemas digitais de serviços. A experiência do usuário, nesse contexto, abrange não só o aplicativo, mas também a disponibilidade e a continuidade do acesso durante o trânsito.
Operadoras Móveis Virtuais (MVNOs) ganham relevância nesse cenário. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) define MVNO como operação que presta Serviço Móvel Pessoal usando rede virtual compartilhada. Segundo Ilber Ragno, CEO da Play Tecnologia, “Quando uma transação depende do smartphone, a conectividade deixa de ser um elemento periférico e passa a fazer parte da jornada.”
Para as empresas, o planejamento da conectividade deve ser parte do desenho da operação. Ilber Ragno comentou que “Empresas que dependem de jornadas digitais em movimento precisam avaliar como a conectividade será entregue, monitorada e integrada ao serviço.” As operações MVNO no Brasil seguem regras da Anatel, e empresas de tecnologia oferecem estruturas para apoiar essa integração em conformidade regulatória.

