Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MP-SP alega que policiais protegeram o PCC desde 2018
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

MP-SP alega que policiais protegeram o PCC desde 2018

Carla Fernandes
Última atualização: 5 de junho de 2026 19:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) afirmou que policiais civis integraram um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, protegendo a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) desde 2018. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) lidera a denúncia contra 11 réus, exigindo R$ 440 milhões em sanções financeiras.

Segundo o memorial de acusação do MP-SP, os agentes públicos usavam suas funções na Polícia Civil para facilitar interesses criminosos e atuar como rede de proteção para líderes e financiadores do PCC. Os investigadores detalharam crimes cometidos por agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa entre 2015 e 2023, como roubo de relógios de luxo de investigados e divulgação de informações sigilosas.

A denúncia foi embasada em relatórios de inteligência financeira e na delação premiada do empresário Vinícius Gritzbach, que foi assassinado em novembro de 2024. Os recursos ilícitos eram ocultados por meio da compra de imóveis e veículos de luxo.

Os sete policiais civis réus permanecem afastados de suas funções. Seis deles estão presos no presídio da instituição enquanto as apurações administrativas da Corregedoria avançam. A ação penal corre em sigilo na 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens da Capital.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:CorrupçãoCrime OrganizadoLavagem de DinheiroMP-SPPCCPolícia Civil
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Polícia prende ex-marido de mulher assassinada na Baixada Fluminense
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?