Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Promotor alega interferência judicial em julgamento de mãe
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Promotor alega interferência judicial em julgamento de mãe

Carla Fernandes
Última atualização: 5 de junho de 2026 23:08
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O promotor de Justiça Fábio Vieira, do MPRJ, afirmou que os jurados do II Tribunal do Júri votaram 4 a 3 a favor de dolo na morte de um menino de quatro anos. Vieira comunicou a informação na manhã desta sexta-feira (5), alegando que a juíza Elizabeth Machado Louro interferiu no processo.

Segundo o promotor, a votação indicaria que a mãe seria condenada por homicídio doloso. Após as respostas dos jurados sobre omissão, a última pergunta foi se a omissão foi dolosa, com resposta positiva por 4 a 3. Nesse momento, a condenação por homicídio doloso ocorreria.

Um advogado da mãe contestou a clareza do quesito, mas a magistrada determinou a volta da questão. Vieira questionou a decisão, mas a juíza manteve a requisitação, alegando que questionaria se a mãe agiu com culpa na omissão. O promotor alegou que isso inverteria a ordem processual e que a decisão já estava preclusa.

Vieira disse que o comportamento da juíza influenciou os jurados no ponto sensível e que isso gera nulidade absoluta do julgamento. O Ministério Público já recorreu, buscando um novo julgamento caso o recurso seja provido.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:direitohomicídiointerferencia-judicialMPRJRio de Janeirotribunal-juri
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Preços do etanol recuam em usinas de São Paulo
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?