O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) trouxe avanços importantes para os pacientes da rede pública de saúde, mas a oferta dos novos tratamentos ainda ocorre de forma desigual pelo país.
São Paulo e Rio Grande do Sul são exemplos de celeridade na implementação da nova diretriz, enquanto estados como Minas Gerais, Distrito Federal e Rio de Janeiro enfrentam dificuldades para disponibilizar as terapias.
A DPOC é a 5ª causa de morte no Brasil e gera mais de 200 mil hospitalizações anuais, com um custo de R$ 103 milhões ao sistema público.
Segundo o pneumologista Leonardo Meira, a incorporação da terapia tripla pode economizar milhões dos cofres públicos, evitando crises agudas e internações de emergência.

