Indivíduos que contribuem para conta de poupança de saúde (HSA) após os 65 anos podem incorrer em multas significativas se não cessarem os depósitos antes da cobertura do Medicare. A regra de ‘lookback’ de seis meses do programa pode classificar essas contribuições como excessivas.
A contribuição para a HSA oferece vantagens fiscais, permitindo que o valor cresça sem impostos e seja usado para despesas médicas qualificadas. Contudo, a legislação estabelece que beneficiários do Medicare não podem realizar novas contribuições para a conta, mesmo que possuam apenas o Parte A do programa.
O problema surge quando o indivíduo continua a contribuir após os 65 anos, sem saber que, ao se tornar beneficiário do Medicare, ele entra em uma regra de cobertura retroativa de seis meses. Nesse período, as contribuições são consideradas excessivas.
Um exemplo prático indica que depósitos de US$ 9.550 em 2025, sob certas condições, poderiam levar a penalidades de 6% sobre metade desse valor. Essa multa se repete anualmente até que o valor excedente seja corrigido, podendo totalizar US$ 7.800 em penalidades ao longo do tempo.
Para evitar custos, a recomendação é interromper as contribuições para a HSA pelo menos seis meses antes da data prevista de inscrição no Medicare ou da solicitação de benefícios do Seguro Social, que geralmente aciona a inscrição automática no Medicare.

