A celebração conhecida como remada viking, adotada pela seleção da Noruega na Copa do Mundo de 2026, ganhou fãs em Minas Gerais e nas arquibancadas, mas gerou incômodo entre jogadores da Suécia e da Dinamarca, que consideram o gesto repetitivo.
Após a vitória por 3 a 2 sobre o Senegal, o capitão Martin Ødegaard liderou jogadores, comissão técnica e torcedores na coreografia que simula remadores em um barco viking. O entusiasmo foi tão grande que fãs levaram a celebração até Minas Gerais, ocupando arquibancadas para reproduzi‑la.
Na Suécia, o zagueiro Gustaf Lagerbielke manifestou irritação, afirmando que a prática se tornou excessivamente repetitiva e lembra o “thunderclap” islandês. O atacante Elliot Stroud também comentou que a celebração está sendo usada demais, embora reconheça sua eficácia para a Noruega.
Já na Dinamarca, um jornalista de um tabloide dinamarquês descreveu a euforia norueguesa como um “bullying nórdico entre adultos”, acrescentando que os dinamarqueses sentem inveja e humor diante do sucesso da vizinha.

