Um representante político declarou que seu projeto de lei sobre zonas de aceleração de energia eólica será ignorado pela Comissão Europeia. Ele afirmou que não se manifestará sobre a proposta, pois a Comissão disse que o projeto bloquearia fundos caso fosse incluído na lei de construção.
O representante lembrou que a Comissão avaliou que o país não deseja cumprir o compromisso de 30% de fontes de energia renovável até 2030. O projeto original previa zonas de aceleração, mas ele apresentou uma alteração para permitir que municípios ajustassem o raio de 500 para 900 metros.
A alteração também incluía regras para construção fora das zonas, visando processos de licenciamento mais rápidos para energia eólica e solar, com distância mínima de 1,2 quilômetros. O representante explicou que seu projeto visa dar aos municípios um direito de veto sobre a instalação de turbinas.
Em resposta a críticas, ele declarou que a Comissão Europeia não aceitou explicações sobre suas propostas. Ele afirmou que suas alterações não violam o quadro do projeto de energia renovável.

