A startup de inteligência artificial Midjourney anunciou, em São Francisco, seu primeiro projeto de hardware: um ultrassom de corpo inteiro chamado Midjourney Scanner. O CEO David Holz declarou que a tecnologia pode ser superior à ressonância magnética em diversos aspectos, visando transformar a saúde pessoal e médica.
O dispositivo, que exige que os usuários fiquem parcialmente submersos em água, faz parte de oito projetos atuais da Midjourney, divididos entre iniciativas de hardware e software. Holz afirmou que a empresa pretende construir uma frota de 50 mil desses scanners, embora não tenha especificado o custo do produto.
Os scanners estrearão em locais denominados “Midjourney Spa”, sendo a primeira unidade instalada em um espaço de 2,3 mil metros quadrados em São Francisco. Este local incluirá comodidades como banheiras de hidromassagem e saunas. Holz explicou que, em um prazo de 10 anos, os equipamentos não serão apenas de imagem, mas também terapêuticos.
A empresa, que antes era conhecida por seu serviço de assinatura de IA generativa, enfrentou desafios legais por suposto uso indevido de propriedade intelectual. Holz abordou os obstáculos regulatórios da FDA, dizendo que um objetivo é “fazer tudo o que for fácil” para obter aprovação para milhares de tipos de diagnósticos.

