A ministra Cármen Lúcia reafirmou os fundamentos constitucionais do pacto federativo brasileiro ao votar no reinício do julgamento de ações que tratam da redistribuição dos royalties do petróleo pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O voto da ministra Cármen Lúcia transcende uma simples posição jurídica sobre receitas públicas. A decisão representa uma reafirmação dos pilares constitucionais que estruturam a federação nacional.
O julgamento em questão envolve ações que discutem a forma como os royalties provenientes do petróleo devem ser distribuídos entre os entes federativos. A manifestação da ministra contribui para definir o entendimento do STF sobre a matéria.

