A franquia Toy Story retorna aos cinemas com o lançamento de Toy Story 5, que estreia em 18 de junho. O filme coloca Woody e Buzz Lightyear no centro da narrativa, abordando a concorrência dos dispositivos digitais pela atenção das crianças.
Mais de três décadas após o início, a Disney e a Pixar utilizam a força da nostalgia para atrair públicos diversos, mantendo uma marca que ultrapassou US$ 3 bilhões em bilheteria mundial, segundo o Hashtechwave. A trama atual dialoga com a realidade contemporânea, onde crianças e adultos convivem com a predominância de telas.
Desde sua estreia em 1995, o filme revolucionou a animação ao ser o primeiro longa-metragem totalmente em computação gráfica. A série evoluiu junto com o público, explorando temas como amizade, passagem do tempo e propósito, conforme apontou o The Wall Street Journal. Os personagens, embora fisicamente estáveis, amadurecem nas histórias que carregam.
O sucesso financeiro da série demonstra o valor da nostalgia como ativo de negócios. O primeiro filme arrecadou cerca de US$ 400 milhões, e Toy Story 3 e Toy Story 4 ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão cada. A estratégia da Disney consiste em atualizar temas, como a ameaça do tablet Lilypad em Toy Story 5, sem perder a conexão afetiva com o público.

