Um turista se arriscou e pulou nas águas das Cataratas do Iguaçu para recuperar um celular, em um episódio que reforça a proibição de ultrapassar grades de segurança no Parque Nacional do Iguaçu. As administrações brasileira e argentina do local alertam que desrespeitar as regras pode gerar sanções.
As administrações do Parque Nacional do Iguaçu, tanto no lado brasileiro quanto no argentino, reiteram que é expressamente proibido que visitantes ultrapassem, subam ou se sentem em grades de segurança e guarda-corpos. A concessionária Iguazú Argentina S.A. informou que as estruturas existem para prevenir riscos, mas que a segurança também depende da responsabilidade dos visitantes.
No lado argentino, o descumprimento das normas de segurança pode resultar em multas e na proibição de acesso a outros parques nacionais do país. Já a concessionária Urbia Cataratas, que opera no lado brasileiro, orienta que, se algum objeto cair no rio ou nas encostas, deve-se acionar a equipe de bombeiros para avaliar o resgate, seguindo as condições de segurança.
Neste ano, pelo menos três casos de imprudência foram registrados no ponto turístico. O mais recente ocorreu no sábado (6), quando um turista se pendurou na passarela e pulou no rio para pegar um celular que havia caído. A Urbia Cataratas informou que o indivíduo foi orientado sobre os procedimentos de segurança por bombeiros civis e acompanhado até o fim do passeio.


